Arquitetura no Rio Grande do Sul

Arquitetura no Rio Grande do Sul
Autor: Paulo Iroquez Bertuzzi et al.
Formato: Brochura
Disponibilidade: Em Estoque
ISBN: 9788528000176
Preço: R$ 33,00
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O presente volume surgiu entre um pequeno número de pessoas dispostas a escrever uma série de ensaios atinentes à história e à teoria sobre a arquitetura gaúcha. São contribuições bastante diversificadas que não tem a pretensão de cobrir toda a área. Pretenderam tão somente, contribuir para proporcionar um melhor conhecimento da produção arquitetônica sul rio-grandense. Surgiram então, oito contribuições independentes, cada autor trazendo um ponto de vista particular. Fernando La Salvia escreveu um ensaio sobre as habitações subterrâneas encontradas no nordeste do planalto gaúcho, cujas primeiras manifestações remontam à quase 4.000 anos antes do presente.

Júlio Nicolau de Curtis apresentou uma revisão crítica da bibliografia sobre a arquitetura missioneira, levantando uma série de novos enfoques baseados em seus estudos das ruínas remanescentes que sempre foram objeto de suas atenções. Francisco Riopardense de Macedo abordou a arquitetura gaúcha no período imperial. Num período que se caracterizou pela conquista da província para a coroa portuguesa, as fortificações foram da maior importância. Mas, por trás delas, desenvolveram-se outros programas que demonstraram que esta face não foi apenas de guerras de conquista. Günter Weimer contribuiu com um trabalho em que resumiu alguns dos aspectos mais importantes de sua dissertação de mestrado sobre a arquitetura que o imigrante alemão praticou quando aqui se estabeleceu no meio rural.

Já Paulo Iroquez Bertussi faz um contraponto trazendo algumas conclusões de seus pesquisas sobre os Elementos Culturais das Antigas Colônias Italianas, junto à Universidade de Caxias do Sul. Nelson Souza intentou fazer uma crítica à produção mais recente dos arquitetos dentro de uma ordem capitalista cada vez mais monopolizada e examinou as relações entre a ideologia e a ocupação do espaço. Weimer também abordou a relação entre as estruturas sociais e a arquitetura num ensaio de história que abrange o período imperial até a instauração da República Nova. Por fim, Geraldo Mário Rohde contribuiu com alguns aspectos da arquitetura do povo que se desenvolveu a margem dos empreendimentos oficiais e sem a participação de arquitetos diplomados.

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