Educação Física: Ética, estética, saúde

Educação Física: Ética, estética, saúde
Autor: Silvino Santin
Formato: Brochura
Disponibilidade: Em Estoque
ISBN:
Preço: R$ 15,00
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Esta obra busca apresentar a educação física como uma ação pedagógica cujo tema central é a corporeidade humana. Não se trata de reduzir o ser humano à materialidade, mas mostrar que a humanidade do homem tem como característica fundamental a corporeidade, entendida como a encarnação do homem inteiro no mundo. Neste contexto surge espontaneamente uma crítica ao monopólio da racionalidade e uma exaltação de sensibilidade. “Talvez, tenhamos que reconhecer que o homem se distingue de todos os outros seres vivos pelo sentimento, pela emoção, pela paixão.

A racionalidade é apenas uma das possibilidades da sensibilidade humana. E, diga-se de passagem, uma sensibilidade tirânica e, em muitos casos, destruidora e perversa”. Os paradigmas ético-estéticos são proclamados pelo pensamento pós-moderno como os que devem substituir, nas ciências humanas e sociais, os paradigmas das ciências lógico-matemáticas. Pelos caminhos da ética e da estética acaba-se por refazer o projeto antropológico de nossa herança cultural. Assim, podemos dizer com Maffesoli que o homo economicus, interessado no distante e no domínio da natureza, e o homo politicus, fascinado pelo poder e que se posiciona a favor ou contra ele, poderiam dar lugar ao homo aestheticus, que está preocupado em viver o sentimento, com a emoção, com a sensibilidade.

Quem diz ética, diz ethos, e ethos significa costume. E costume é a tessitura de viver. Estética lembra aisthesis que significa sensibilidade, e sensibilidade significa vivência, sentir-se e sentir com o outro: substratos do costume. Por isto dizemos ética da estética.

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