Tempos e os territórios da colonização italiana. O desenvolvimento econômico da Colônia Silveira Martins - RS

Tempos e os territórios da colonização italiana. O desenvolvimento econômico da Colônia Silveira Martins - RS
Autor: Marcos Aurelio Saquet
Formato: Brochura
Disponibilidade: Em Estoque
ISBN: 9788575170298
Preço: R$ 30,00
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O leitor tem neste estudo uma abordagem inédita sobre a gênese e o desenvolvimento econômico da e na Colônia Silveira Martins, entre 1878 e 1950. É um estudo de Geografia histórica regional de manifestações dos processos territoriais, sócio espaciais, no qual, identificou-se, caracterizou-se e interpretou-se tempos e territórios, como produtos da interconexão entre o singular e o universal. Trata-se de uma compreensão do particular, de manifestações territoriais do desenvolvimento no tempo e no espaço geográfico. Por isso foi realizado um intenso trabalho empírico articulado à reflexões teórico-metodológicas, mostrando e interpretando as principais mudanças e permanências, desigualdades e diferenças, no tempo e espaço.

Essa colônia foi produzida a partir de 1878 no RS, por iniciativa do governo imperial, para alojar parte dos imigrantes italianos que chegavam  no Brasil naquele período. Os italianos no RS produzem marcas profundas na cultura, na política e na economia, contribuindo na objetivação de metamorfoses fundamentais no espaço e na sociedade. Nesta obra é mostrado as principais razões do ritmo de desenvolvimento econômico artesanal e as principais características territoriais desse processo na Colônia Silveira Martins. Foi identificado as diferentes determinações, contextualizando seu processo de formação e desenvolvimento entre 1878 a 1950 na dinâmica econômica e territorial no RS. Nesse período, a Colônia Silveira Martins teve um ritmo de desenvolvimento predominantemente lento, mas com a efetivação de tempos mais rápidos na produção artesanal e, especialmente, na dinâmica  mercantil.

Objetivou-se territórios na aparente homogeneidade do território produzido pelos italianos e seus descendentes. Territórios culturais e identitários, econômicos, dos artesãos e negociantes e pelo menos um território político sob o comando dos agentes sociais dominantes articulados ao Estado patrimonialista. Há ao mesmo tempo, traços comuns e incomuns, homogeneidade e heterogeneidade, sofrimento e alegria, território e não território, pobreza de muitos e riqueza de poucos.

Ano: 2003

Edição:

Editora: EST Edições

Idioma: Português

Páginas: 240

Papel: Ofício

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