Igreja e os Capuchinhos no Rio Grande do Sul 1895-1909

 

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Sumário

Frei Bruno de Gillonnay: missionário, administrador, educador... e muito mais!

Frei Vanildo Luiz Zugno 5

As origens e a Sorbonne: 1958 Frei Caetano Angheben  19

Correspondências de Frei Bruno de Gillonay: 1895 27

Correspondências de Frei Bruno de Gillonay: 1896 33

Correspondências de Frei Bruno de Gillonay: 1897 50

Correspondências de Frei Bruno de Gillonay: 1898 96

Correspondências de Frei Bruno de Gillonay: 1899 119

Correspondências de Frei Bruno de Gillonay: 1900 155

Correspondências de Frei Bruno de Gillonay: 1901 181

Correspondências de Frei Bruno de Gillonay: 1902 206

Correspondências de Frei Bruno de Gillonay: 1903 251

Correspondências de Frei Bruno de Gillonay: 1904 277

Correspondências de Frei Bruno de Gillonay: 1905 310

Correspondências de Frei Bruno de Gillonay: 1906 329

Correspondências de Frei Bruno de Gillonay: 1907 345

Correspondências de Frei Bruno de Gillonay: 1908 411

Correspondências de Frei Bruno de Gillonay: 1909 432

Relatório de Frei Bruno a Dom Scalabrini, Bispo de Piacenza 436

 

 

            Como vice-provincial da Sabóia em exercício, em 1926 fez a visita canônica aos capuchinhos do Estado. Como fundador da Missão, escreveu e publicou Meus 25 Anos de Apostolado no Rio Grande do Sul. A Igreja e os Capuchinhos doRio Grande do Sul, com as correspondências de Frei Bruno de Gillonnay à Província da abóia, sobre o andamento da Missão, de 1895 a 1909, transcritas, traduzidas e analisadas pelo Prof. Vanildo Luiz Zugno, constitui um documento essencial à história da Ordem e da Igreja local. Frei Bruno trabalhou em cinco frentes principais: (a) implantação da Ordem, trazendo os cursos de filosofia e teologia do Líbano; (b) atendimento à proposta missionária da Igreja Local, com missionários volantes, e à área de colonização italiana; (c) atuação na formação do clero, assumindo o Seminário Diocesano de Porto Alegre; (d) promoção da instrução e educação, agendando a vinda de religiosos e religiosas franceses; (e) formação geral e informação da população, através da comunicação escrita. Frei Bruno escolheu a devoção ao Sagrado Coração de Jesus como selo da missão (Carta de 5-5-1905, 3º), hoje denominada Província do Sagrado Coração de Jesus. A seqüência cronológica de seu epistolário mostra a evolução e afirmação da missão com calma, método, reflexão e análise, usando a correspondência como único veículo que se oferecia para buscar opiniões e sugestões em sua Província de origem, a Sabóia.

Porto Alegre, 15 de junho de 2007

Festa do Sagrado Coração de Jesus

Frei Rovílio Costa

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