* Acadêmica de Veterinária

 

 

Pecuária Brasileira

Francieli Sgarbossa*

 

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A atividade pecuária da região central do Brasil vem ganhando destaque com a raça nelore, originária de cruzamentos de raças zebuínas (bos indicus), é resultado de um longo programa de melhoramento genético que teve como conseqüência, animais com grande resistência a parasitos e doenças, superior à resistência do gado europeu, além da adaptação as temperaturas elevadas típicas da região central do país.

Atualmente, o gado nelore representa a chamada "carne verde" do Brasil, pelo fato, de não haver necessidade de confinamento. O gado é criado a campo, alimentando-se de pasto verde, tendo como resultado uma carne de melhor sabor e qualidade, comparada à carne de gado confinado, que é alimentado, à base de farelos de grãos secos. Este sistema de confinamento é utilizado em países com pouca extensão de terra, e o custo da carne torna-se elevado.

O Brasil por possuir grandes extensões de terras, clima favorável para as pastagens e animais adaptados geneticamente ao ambiente, tem condições de produzir carne de melhor qualidade, e com menor preço de mercado. Uma vez que há menos despesas com medicamentos pela resistência dos animais e alimentação de baixo custo a base de pasto.

Isso trás para o Brasil vantagens econômicas, ao competir com países americanos e europeus que sempre dominaram o mercado de carne bovina.

Portanto, a exportação da carne bovina brasileira, depende apenas de diálogos, que estabeleçam acordos de negociações com países interessados na importação.

 

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